quinta-feira, 9 de julho de 2009

AEN

Para que serve a Agência Estadual de Notícias (AEN)? Para informar a população sobre as ações do governo. Acontece que a AEN mais parece um fórum em defesa do governador Roberto Requião (PMDB). Sempre que alguma denúncia atinge o líder máximo peemedebista, a agência se desdobra em matérias em defesa do chefe. No caso da matéria do CQC não foi diferente. Por exemplo, ontem, quatro matérias tentavam mostrar que o mundo está errado e só Requião está certo. Muito embora, uma das fotos usadas para ilustrar uma das notas, comprove as denúncias do CQC, de que os ônibus só são entregues desde que seja com festa à altura do acontecimento. A foto mostra muita gente, os ônibus da discórdia e balões coloridos.

O “papel ridículo” e as mamonas

Munido das notas taquigráficas do pronunciamento do deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, feito na terça-feira (07), o deputado Douglas Fabrício (PPS) resolver voltar ao assunto CQC e ao destempero do governador Roberto Requião (PMDB) contra a TV Bandeirantes. Indignado com a repercussão que a matéria teve, Romanelli criticou Fabrício, acusando de ter sido ele o “culpado” pela reportagem sobre os ônibus escolares, que são entregues em datas festivas. O líder governista chamou o vice-líder da oposição, entre outros “adjetivos”, de mentiroso e que ele fez papel ridículo no Brasil todo. “Papel ridículo? Ora, eu nunca comi mamona; nunca entrei na Justiça contra salário de professor”, reagiu Fabrício. (DR On-line 09/10/09)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Ônibus escolares – Negócio político?

Acessando o site do YouTube e procurando o programa do CQC, da TV Bandeirantes, que foi ao ar na segunda-feira, é possível entender os motivos dos destemperos do governador Roberto Requião (PMDB). Seus planos foram descobertos. No programa, o repórter Rafinha Bastos, que veio a Curitiba, pode ver centenas de ônibus escolares estacionados em frente ao Palácio Iguaçu. Enquanto isso, conforme a reportagem do CQC, crianças ficam sem escola por falta de transporte escolar. O repórter também visitou Barbosa Ferraz, onde constatou outro descaso: a Prefeitura local tem quatro ônibus no pátio, parados. Enquanto isso, crianças são obrigadas a amassar barro, por quilômetros seguidos, ou então correr riscos dentro de um ônibus velho e lotado para frequentar as aulas. O transporte escolar está, literalmente, estacionado em frente ao Palácio Iguaçu. O pior, é que para receber esses veículos, pelo jeito, só quando houver festa programada, já que o governador e seus deputados só entregam os veículos com as devidas badalações, com fogos, discursos e muita gente – eleitor.

Destempero de Requião aprofunda crise com deputados tucanos na AL

Roberto Requião novamente chamou, ontem, para si, todos os holofotes da mídia para se defender – e acusar – da reportagem do CQC que deitou e rolou nos ônibus escolares parados em frente ao Palácio Iguaçu e que vêm causando transtornos aos usuários de carros no Centro Cívico. Como sempre, atirou para todos os lados e aos ouvidos moucos, porém, atentos dos servidores que o aplaudem às terças-feiras na famosa e desgastada “Escola de Governo”. Agora, pelo que se percebe, a Rede Globo e a Gazeta do Povo não são mais seus inimigos, mas, sim, a Rede Bandeirantes, que colocou no ar matéria insinuando que o governador paranaense estaria guardando os veículos escolares para entregá-los em período próximo às eleições, pois é candidato ao Senado Federal. Portanto, de repente, a Gazeta e a Globo paranaense ficam “amigas” devido ao fato que vem agradando ao Palácio Iguaçu: elegeram Beto Richa (PSDB) como inimigo a mando, quem sabe, do PT de Paulo Bernardo. Talvez o grande volume de anúncios publicitários do Governo Federal possa responder aos apelos. Ao que parece, também, o governador tomou o seu lado no ringue. Claro, do lado dos mocinhos e colocou todo o diretório do PSDB e o prefeito Beto Richa (PSDB) como bandidos. Tudo por conta da decisão de assumir condição de oposição ao Governo. Isso porque a “poderosa” TV Educativa repercutiu, como nunca, a notícia sobre possível compra de votos por parte da equipe de Beto Richa. Quem conhece o governador sabe que o programa que Carlos Moraes levou ao ar, entrevistando o deputado Fábio Camargo (PTB) não foi franciscano, que tinha interesses por trás e, quem sabe, interesses eleitorais. “O repórter, durante o programa pedia: venha Beto Richa. Não foi. Aí, o diretório do PSDB se reúne e decide que vai ser contra o Governo e que vai votar tudo que for bom para o povo. Resolvem que os deputados vão ficar ao lado do mal”, atirou, esquecendo que a postura dos tucanos foi idêntica a que ele usa com a sua própria bancada, que não alivia para ninguém. “O PSDB tem uma bancada séria na Assembleia Legislativa, mas que, pela pressão do ‘estaremos com o governo se o governador não falar mais na empreiteira (estamos em juízo pedindo devolução do dinheiro) que recebeu indevidamente do DER, onde o irmão do prefeito era diretor”, disparou, ao lançar uma pergunta que pode ter sentidos diversos: “afinal, sou um homem ou um rato?”. Escolha difícil… Requião, também, deu a dica que não vai dar trégua: “Estou pedindo ao nosso procurador geral, Carlos Marés, que toda terça-feira (na Escolinha), em um minuto, exponha como está o processo de cobrança daquele dinheiro pago indevidamente do DER. Eu não teria condição de ser governador do Paraná se fosse canalha. Se eles (deputados tucanos) vão votar contra o Governo do Paraná é um problema deles e não meu. Cumpro a obrigação de governar com ética. Acredito que se eles (deputados tucanos) virarem a mesa e não fizerem ,eu desfaço a boa imagem que fiz deles”, ameaçou. Beto Richa, por seu turno, contratou advogado para processar, criminalmente, o deputado Fábio Camargo, o repórter Carlos Moraes e a própria TV Educativa. (JR On-line 08/07/09)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Por mais que o governador negue, a luz vai subir quase 15%

Já houve reajuste de 2% em abril, por conta da minirreforma, e os outros 12,98% devem ser aplicados, hoje, nas contas dos consumidores.
Não faz muito tempo – há pouco mais de uma semana – o governador Roberto Requião (PMDB) afirmou, em uma das edições da Escola de Governo, que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) havia autorizado reajuste de 3,5% nas tarifas de energia elétrica. Posando como estadista que se preocupa com o seu povo, o governador assegurou que, na época, não iria conceder o tal aumento. Até porque, em abril, entraram em vigor as novas regras da minirreforma tributária, que trazia no seu bojo um reajuste de 2% nas contas de luz. As ações da Copel desabaram na Bolsa de Valores. Ontem, de novo, o governador anunciou que a Aneel autorizou a Copel a promover um reajuste médio de 12,98% nas suas tarifas de fornecimento.
O percentual, no entanto, não será aplicado aos 3,5 milhões de unidades consumidoras atendidas pela companhia do Paraná. O reajuste anunciado pela Aneel, que entraria em vigor a partir de hoje, autoriza a empresa a elevar em 11,5% a tarifa aplicada aos consumidores atendidos em baixa tensão, grupo onde se enquadra a maioria dos usuários como as residências, escritórios e propriedades rurais. Para os atendidos em alta tensão, que são basicamente as indústrias e grandes instalações comerciais, os percentuais autorizados variam entre 14,39% e 18,44%. Requião esperneou, garantindo que não repassaria esse aumento, e disse que a empresa está avaliando os mecanismos que serão adotados para amortecer e absorver o reajuste definido pela Aneel, neutralizando seus efeitos na conta dos consumidores.
Acontece que ele não pode simplesmente dizer que não fará o repasse, porque, simplesmente, o contrato de concessão assinando entre as distribuidoras e a Aneel não permitiria.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Ilha de prosperidade

O Paraná, na visão do governador Roberto Requião (PMDB), é uma ilha de prosperidade e o seu governo é o único responsável por isso. “Ninguém plantou mais árvores que o Paraná, no mundo. Isso está no Guinness Book. Nós transformamos este Estado. Agora, reunir meia dúzia de agricultores para mudar o Código Florestal já chega a ser ignorância. A tese deles é mudar o Código Florestal para acabar com a última árvore do Paraná”, disparou Requião.

Para Requião, alterações no Código Florestal visam acabar com matas ciliares

“Essa gente quer acabar com as matas ciliares no Paraná. Não consigo entender os neurônios dessas pessoas.” A manifestação, em tom de desabafo e ironia, foi feita ontem pelo governador Roberto Requião (PMDB), durante a “Escola de Governo”, no auditório Oscar Niemayer (MON). O governador estava irritado e pediu para que parlamentares, entre eles o senador Osmar Dias (PDT) e o deputado federal Aberlado Lupion (DEM), e o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes (PMDB) – “excelente secretário de Administração”, conforme Requião – parem com “essa história de aumentar a área para plantio. Isso é uma coisa tola, cruel e irracional”. Por isso, fez um desafio a eles para irem à “Escola de Governo” debater com ele (Requião) o assunto. “A Escola de Governo está aberta para os predadores virem debater com a gente. Vamos estabelecer um jogo limpo, contra esses medíocres interesses que não é pela agricultura”, disparou, ao afirmar que “interesse difuso não rende voto. O que todo mundo quer é liberdade para predação”. No Congresso Nacional, os produtores rurais têm o apoio de parlamentares e do ministro da agricultura, Reinhold Stephanes, para fazer as alterações que reivindicam, até o final do ano. Segundo o Código, quem desmatou acima do limite permitido será multado, a partir de novembro. Se as alterações saírem, as punições podem ser revistas ou adiadas mais uma vez. O ministro Stephanes apóia a mudança. Ele já declarou que, da maneira comofoi estabelecido, o Código deixará cerca de um milhão de pequenos produtores sem condições de continuar plantando.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Ferroeste

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Élio Rusch (DEM), está preocupado com o modelo atual de administração da Ferroeste. “Desde 2003 é só discurso. Não se vê uma ação efetiva para melhorar o sistema Ferroeste. Só agridem o governo, que entregou o mandato em 2002, e a atual gestão não faz nenhum investimento”, afirmou. Rusch disse ainda que irá apresentar, nos próximos dias, um pedido de informações para saber quais os reais investimentos que o Governo do Estado fez na Ferroeste.
“Em 2003 começou uma batalha jurídica para que o estado retomasse o controle operacional da Ferroeste. Em 2006, o governo assumiu o controle operacional e as denúncias que recebemos é de que nenhum investimento foi feito. Vamos pedir essas informações para ter a certeza se o estado comprou algum vagão, locomotiva ou se construiu algum metro de ferrovia”, garantiu o deputado. Ele disse ainda que as denúncias apresentadas a ele revelariam que os vagões e locomotivas utilizados atualmente seriam alugados de empresas privadas.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Vassalo, não!

O deputado Stephanes Júnior (PMDB) é outro que também não gosta de levar desaforos para casa. Ontem, usando a tribuna, geralmente utilizada pela bancada de oposição na AL, afirmou qu, mesmo sendo da base do Governo, não se considera “vassalo” do governador Roberto Requião (PMDB). “Isso não é posição de uma autoridade, de um governador. Agora, se não quiser me atender em audiência, que não atenda nunca, porque não preciso dele. Tecnicamente, o seu projeto [de reajuste de 6% para os salários dos servidores públicos] pode até estar correto, mas fazer ameaças para que o projeto seja aprovado da forma como ele [Requião] quer, é um absurdo. Ele não pode tratar ninguém dessa forma”, atirou Stephanes.

Sim, senhor

Mauro Moraes também estava indignado com a falta de liberdade para votar de acordo com a sua consciência e reclamou: “Estou cansado de o Romanelli [Luiz Cláudio, do PMDB, líder do Governo na AL] mandar sentar, todo mundo senta; o Romanelli diz para levantar, todo mundo levanta; o Romanelli diz para dizermos não, todo mundo diz não; o Romanelli diz para dizermos sim, todo mundo diz sim. Aqui não podemos discutir os assuntos e ponderar de acordo com a nossa consciência. Aqui somente se obedece. Assim é difícil fazer política”, disparou, ao afirmar que, se por acaso for obrigado a retirar as emendas, não faria isso de livre e espontânea vontade, mas obrigado pelo partido.

À beira da degola

O deputado Mauro Moraes (PMDB) não sabe o que fazer. O partido fechou questão sobre o projeto que reajusta os salários dos funcionários públicos: todos devem aprovar os 6%. E não se fala mais nisso. Acontece que Moraes apresentou três emendas e, por isso, está à beira da degola: ou retira as emendas e vota como o governador Requião quer, ou será afastado da bancada, do partido e pode até ser ter o mandato cassado. O seu advogado já avisou que o documento que não tem saída e que Moraes corre o risco, sim, de perder o mandato. O que fazer? “Já mandei 30 mil e-mails para os meus eleitores, que estão cadastrados no meu gabinete. Estou consultando as lideranças para buscar a opinião dessas pessoas. Somente depois disso é que vou tomar uma decisão”, afirmou.

Fazendo média

O puxão de orelhas que o governador Roberto Requião (PMDB) deu nos deputados, por conta do reajuste salarial (6%) que tramita na Assembleia Legislativa, colocou alguns parlamentares da bancada petista de sobreaviso. É que eles fazem parte da ala governista e apresentaram, em conjunto, cinco emendas ao projeto do Governo do Estado. Ontem, alguns tentaram amenizar a situação e não perder os bons fluídos (tradução verbas) que sempre vão buscar no Palácio das Araucárias. O governador ameaçou, alto e em bom tom, "quem não votar com o governo, terá dificuldades para liberar recurços". A bancada petista está de saias justas, de um lado os trabalhadores querendo bem mais que os 6%, de outro as benesses do poder, eis a questão.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

PDT fecha questão e vota contra “pacotaço” do Governo

A pedido do senador Osmar Dias, o PDT fechou questão contra a minirreforma do Governo do Estado, que pretende aumentar em 2% as alíquotas de ICMS de energia elétrica, gasolina, telecomunicações, bebidas e fumo; e na outra ponta, diminui de 18% para 12%o ICMS de cerca de 95 mil produtos. Realmente, um assunto polêmico, que certamente vai render muito bate-boca na Assembléia Legislativa. São poucos os que ainda querem saber o que a população pensa disso. Muitos esquecem que foi esta mesma população que os colocou lá. Não se importam. Tratam questões como estas como se fosse para satisfação própria. Exemplo são alguns deputados do PT, que não fazem questão de esconder que vão votar a favor do projeto da minirreforma, porque têm petistas em cargos chaves no Executivo. Também existem outros da bancada da oposição, como o PSDB e o PPS, partidos que deveriam, pelos menos, discutir a possibilidade de ser contra, mas alguns parlamentares se colocam do outro lado da trincheira, no melhor estilo fisiológico. Portanto, na segunda-feira haverá certamente um grande número de emendas ao projeto, mas a maioria já sabe o que vai acontecer. Todas elas serão recusadas e a matéria será aprovada como quer o Governo. Afinal, não dá para deixar buraco nas contas, tão logo Requião deixe a cadeira no Palácio das Araucárias.

2010

O senador Osmar Dias (PDT) asfaltou mais um trecho da estrada que constrói para chegar ao Palácio Iguaçu. Ao hipotecar o apoio de seu partido à candidatura do petista acreano Tião Viana à presidência do Senado, praticamente garantiu o apoio do PT à sua candidatura em 2010. E não adianta o PT ficar dizendo que terá candidato à sucessão de Requião. O próprio presidente Lula vem dizendo que Osmar Dias é o nome que prefere para o governo do Paraná. Dizendo e repetindo, recados mais explícitos, impossível.
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
-"Deus criou tudo o que existe?
"Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!
-Deus criou tudo? Perguntou novamente o professor.
-Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.
Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
Com uma certa imponência rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante:
-Existe!
O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!
Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?
Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!
Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…
Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
-ALBERT EINSTEIN, senhor!