É lamentável, mas a verdade nua e crua é que estão colocando uma mordaça na imprensa brasileira. A manutenção da decisão que proibiu o jornal O Estado de S. Paulo de publicar novas informações sobre a operação da PF que pilhou o filho de José Sarney é uma prova incontestável de que a censura não terminou com o fim da ditadura.
sábado, 12 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Depois de um balde de água fria quando, há duas semanas, pesquisa do Instituto Sensus para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) apontou forte queda do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e crescimento da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), vem uma boa noticia para os tucanos que sonham com o Palácio do Planalto. Ontem, pesquisa CNI/Ibope apontou crescimento de Serra da ordem de 38% das intenções de voto. Com isso, se as eleições fossem hoje, ele se elegeria presidente da República ainda no primeiro turno, porque a soma dos outros candidatos, que chega a 36%, não superaria a sua votação. A ministra Dilma Rousseff também cresceu no levantamento. Ela passou de 15% na rodada anterior para 17%. Com isso, ela ultrapassou o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Em setembro, ele era o vice-líder, com 17%. Agora, Ciro caiu para 13%. A senadora Marina Silva (PV-AC) também caiu nas intenções de voto. No levantamento anterior, ela tinha 8%. Agora, aparece com 6%. (DR 08/12/09)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Futuro incerto?
“Em razão das mais variadas especulações que a imprensa vem repercutindo, tenho sido questionado sobre minha candidatura ao Governo do Paraná.
a) Sempre enfatizei que minha candidatura só seria apresentada ao partido se houvesse apoio popular. Defendo a tese de que não se escolhe candidaturas a partir da cúpula partidária.O eleitor deve ser consultado.O partido deve homologar a vontade da maioria. Como não realizamos aqui eleições primárias, podemos nos utilizar dos Institutos de Pesquisa para aferição da vontade popular. As últimas pesquisas realizadas em todo o Estado, no mês de agosto, ofereceram-me o primeiro lugar. Diante do fato coloquei meu nome à disposição do PSDB. Aguardo o momento da definição.
b) Celebrou-se em Brasilia, diante do Presidente Sérgio Guerra, quando da prorrogação do mandato do atual diretório, o compromisso de que a escolha do candidato respeitará o resultado das pesquisas de opinião pública. O cumprimento desse compromisso garantirá a unidade partidária. A data para a definição está em aberto. Respondendo a indagação: É uma questão de responsabilidade pública colocar meu nome à disposição.”(Alvaro Dias – Senador)
a) Sempre enfatizei que minha candidatura só seria apresentada ao partido se houvesse apoio popular. Defendo a tese de que não se escolhe candidaturas a partir da cúpula partidária.O eleitor deve ser consultado.O partido deve homologar a vontade da maioria. Como não realizamos aqui eleições primárias, podemos nos utilizar dos Institutos de Pesquisa para aferição da vontade popular. As últimas pesquisas realizadas em todo o Estado, no mês de agosto, ofereceram-me o primeiro lugar. Diante do fato coloquei meu nome à disposição do PSDB. Aguardo o momento da definição.
b) Celebrou-se em Brasilia, diante do Presidente Sérgio Guerra, quando da prorrogação do mandato do atual diretório, o compromisso de que a escolha do candidato respeitará o resultado das pesquisas de opinião pública. O cumprimento desse compromisso garantirá a unidade partidária. A data para a definição está em aberto. Respondendo a indagação: É uma questão de responsabilidade pública colocar meu nome à disposição.”(Alvaro Dias – Senador)
Se as pesquisas apontam seu nome, isso significa que os partidos que apoiaram a Beto em 2008, se unirão? E lhe dariam a vitória no primeiro turno.
a) Uma vez que Osmar não o enfrentaria nas urnas, e sairia para o Senado com mandato garantido. Ou não e correria o risco de num embate com Alvaro/Beto findar sua carreira política?
b) Beto cederia e terminaria seu mandato de prefeito se qualificando futuramente. Ou entregaria a pref. para a base aliada de Lula e correria o risco de encerar uma brilhante carreira política prematuramente?
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
PT nacional não leva a sério a candidatura de Requião
Parece que a cúpula do PT nacional não está dando muito crédito ao lançamento da candidatura do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), à Presidência da República. Nesta quinta-feira, no primeiro encontro dos dois principais partidos da base aliada, depois da eleição que renovou os diretórios petistas, dirigentes do PMDB cobraram do PT a intervenção do presidente Lula e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para acertar os palanques nos Estados. Eles acham que terão problemas na aliança PT/PMDB, em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Pará, Mato Grosso do Sul, Paraná e Ceará. “A partir de agora vamos fazer política 24 horas por dia para resolver esses impasses”, afirmou o presidente eleito do PT nacional, José Eduardo Dutra, que venceu a disputa interna no primeiro turno, com 58% dos votos. Porém, os “casos perdidos” para a aliança estão em São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco. Ele devem ter entendido como “brincadeira” o anúncio da candidatura de Requião.
domingo, 22 de novembro de 2009
Serra/Requião????
Depois que terminou a solenidade na Universidade Positivo, o deputado Luis Claudio Romanelli (PMDB) acompanhou o governador José Serra (PSDB) até o Palácio das Araucárias para uma visita ao governador Roberto Requião (PMDB). O prefeito Beto Richa não foi ao encontro. Antes de embarcar para Maringá, Richa ainda tinha na agenda uma audiência pública.Surpresa positiva
O prefeito Beto Richa (PSDB) afirmou que teve uma “surpresa positiva” com a presença do líder do Govenro na Assembleia Legislativa, Luiz Claudio Romanelli (PMDB), no evento desta quinta-feira. Richa comentou também que além de Romanelli mantém conversas com o deputado Alexandre Curi (PMDB). Aliás, Romanelli foi ao aeroporto recepcionar Serra e embarcou, na van, junto com o prefeito Beto Richa, o senador Alvaro Dias, o presidente da AL, deputado Nelson Justus (DEM), o vice-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB), Rubens Bueno (PPS) e o prefeito de Castro e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Moacir Fadel (PMDB). A mim me parece que tais movimentos “xadrezais” apenas darão vida ao governador, que dependendo, não terá uma vitória tão fácil como já foi muito decantado.
Eleições? Ano que vem
Depois da solenidade, o governador José Serra e o prefeito Beto Richa conversaram com a imprensa. Mas o presidenciável tucano não quis falar sobre as eleições de 2010. “No momento certo, o partido vai decidir qual é o melhor candidato. Houve uma antecipação da campanha eleitoral no Brasil. Agora estou concentrado na ação como governador”,
disse Serra, ao comentar estar tranqüilo com a pré-candidatura dele e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB). “Estamos unidos. Nossa relação é de paz, amizade e unidade”, afirmou. Sobre a possível candidatura de Beto Richa ao Governo do Estado, ele nem quis falar: “é um assunto que deve ser resolvido pelo partido no Paraná”. Ao comentar sobre a presença do líder governista na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) ao evento, Richa disse que tem mantido conversas sobre 2010 com todos os partidos. “Só com o PT que não conversamos ainda. Mas com o passar do tempo as alianças se intensificam e assim como o PDT, do senador Osmar Dias está nos nosso planos, o PMDB e qualquer outro partido que defenda e apóie o
mesmo projeto são bem vindos”, disse o prefeito.
disse Serra, ao comentar estar tranqüilo com a pré-candidatura dele e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB). “Estamos unidos. Nossa relação é de paz, amizade e unidade”, afirmou. Sobre a possível candidatura de Beto Richa ao Governo do Estado, ele nem quis falar: “é um assunto que deve ser resolvido pelo partido no Paraná”. Ao comentar sobre a presença do líder governista na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) ao evento, Richa disse que tem mantido conversas sobre 2010 com todos os partidos. “Só com o PT que não conversamos ainda. Mas com o passar do tempo as alianças se intensificam e assim como o PDT, do senador Osmar Dias está nos nosso planos, o PMDB e qualquer outro partido que defenda e apóie o
mesmo projeto são bem vindos”, disse o prefeito.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Críticas fazem governo desistir da implantação do Bolsa Celular
O governo federal voltou atrás e desistiu da implantação do programa Bolsa Celular, lançado há cerca de uma semana. Segundo o ministro
das Comunicações, Hélio Costa, a proposta do Bolsa Celular teria sido mal interpretada, conforme informou o jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a Folha, o ministro teria dito que estava “recolhendo suas ferramentas” e que não queria mais “mexer com isso”. Costa disse ainda ue foi mal interpretado, pois não há dinheiro público envolvido e que a proposta do programa seria das empresas de Telecomunicações.
O ministro também afirmou que, para a criação do programa não haveria renúncia fiscal, pois os telefones do programa não existem ainda. O Bolsa Celular foi anunciado na última como uma negociação entre operadoras de telefone celular e governo federal.
Conforme o que foi anunciado, os beneficiários do Bolsa Família teriam direito a um celular pré-pago e a um crédito de R$ 7,00 por mês, bancado pelas empresas de celular. Cada família teria direito a um telefone. (O Paraná On-Line 19/11/09)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Desrespeito
Os aposentados podem ficar chupando o dedo, se depender do Governo para ter a sua aposentadoria atrelada ao salário mínimo. O líder do Governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), admitiu que não há “condições econômicas e financeiras” de aplicar às aposentadorias o mesmo reajuste do salário mínimo. De acordo com cálculos do Ministério da Previdência, somente a aprovação do reajuste atrelado ao salário mínimo causaria um impacto imediato de R$ 6,8 bilhões nas contas ainda neste ano. Fontana disse ainda que o Governo vai conceder, em 2010, um “reajuste real de 2,5% para aposentados”, que recebem acima de um salário mínimo. Uma das possibilidades é de que esse aumento venha por meio de uma medida provisória. O triste é ver que num passado não tão distante, esse mesmo Governo defendia essa equiparação, o que mudou?
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Piada com dinheiro público
Parece piada, mas não é, em período pré-eleitoral a gente vê de tudo. Até vaca voar: os beneficiários do Bolsa Família podem ganhar um novo e interessante presentinho pago com o dinheiro do contribuinte. O ministro das comunicações Hélio Costa, que será candidato ao Governo de Minas Gerais, pelo PMDB, propôs e o presidente Lula deve aceitar a ideia do governo dar a cada uma dessas famílias também um aparelho de telefone celular. Pelo projeto, seriam distribuídos 11 milhões de celulares pré-pagos com um bônus mensal de R$ 7 cada. A idéia foi criada por uma grande operadora de celular. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse estranhar a discussão de uma bolsa celular às vésperas das eleições presidenciais. Como diria aquele famoso apresentador de tele jornal "isso é uma vergonha".
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Requião acusa o PT de tentar vaga para Gleisi no Senado
Em entrevista à revista Carta Capital, o governador Roberto Requião (PMDB) disse pela primeira vez o que vinha evitando. Acusou o PT do Paraná de forçar uma coligação com o senador Osmar Dias (PDT) para o governo não para ajudar a candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência da República, mas para viabilizar a candidatura de Gleisi Hoffmann ao Senado. “É um acerto que só tem um objetivo aqui, abrir uma vaga para o senado a um nome do PT”, disse.
Rombo nas contas
Há três anos, o deputado Reni Pereira (PSB) denunciou a ‘maquiagem’ nas contas de 2006 do Governo do Paraná, onde tentaram esconder o rombo de R$ 280 milhões. O Tribunal de Contas do Paraná (TCE) aprovou com ressalvas, dando prazo para ajuste dos problemas. Pois bem. O exercício de 2006 já está em análise na Assembleia Legislativa, na Comissão de Tomada de Contas. O relator das contas do Governo, na Comissão, é o próprio Reni, que identificou os mesmos erros. Ou seja, nada foi feito para cobrir o rombo. Resultado: Pereira não vai perdoar e promete ser “‘duro” com o governador. (DR-Online 10/11/09)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Richa percorre interior e defende união das oposições
Quem também tem feito peregrinação pelo interior do Estado nos finais de semana é o prefeito Beto Richa (PSDB). Tanto Richa quanto Osmar desejam que a aliança firmada pelas oposições em 2006 seja mantida. Mas, por enquanto, ambos seguem em caminhos opostos. Em evento suprapartidário, neste final de semana, em Campo Mourão, Richa voltou a defender esta união. Diante de um público de 600 pessoas, ele lembrou que o grupo deve se manter unido para definir uma única candidatura no próximo ano. “Continuo defendendo a tese de união, porque estamos com diálogo aberto com outras siglas partidárias. Coloquei meu nome à disposição entendendo que existe uma lacuna para uma candidatura que represente a renovação política no Paraná”, disse Richa, ao acrescentar que caso essa união não seja possível, ainda assim a população sairá ganhando pelas opções de escolha que serão apresentadas. O deputado Douglas Fabrício (PPS), que coordenou o encontro juntamente com dirigentes do PSDB e DEM, reforçou o que já havia dito em reunião com Osmar Dias em Campo Mourão e em outras reuniões com Beto Richa em Ivaiporã e Cianorte. “Nosso trabalho é para que o Beto Richa, o senador Osmar Dias e o Álvaro Dias estejam juntos no mesmo palanque com um candidato só. E quem decide esse candidato é a população, primeiro pelas pesquisas e depois confirmando nas urnas. Essa aliança deve ser trabalhada entre os partidos aliados para que, no próximo ano, tenhamos uma candidatura forte, capaz de vencer a eleiçãoainda no primeiro turno”, disse.Osmar Dias segue com o Projeto Paraná
O senador Osmar Dias (PDT) segue firme em sua peregrinação pelo Estado colhendo informações para a elaboração do Projeto Paraná. Neste final de semana, em Ponta Grossa, lideranças de diversos partidos se reuniram para discutir o projeto que será a base do plano de governo a ser apresentado em 2010. PDT, PR, DEM, PT, PTB, PSC e PSDB, entre outras legendas, estiveram representadas no encontro no qual foram tratados projetos para a região dos Campos Gerais e que reuniu presidentes de partidos, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e representantes de toda a sociedade organizada. “Tenho a responsabilidade de defender um projeto de desenvolvimento. Estou debatendo com a população para ter a melhor proposta e poder fazer o melhor governo com respeito às vocações e ao potencial regional”, afirmou Dias. “Um projeto para o Paraná tem que ser feito pelos paranaenses. É com eles, e respeitando a sabedoria popular, que vamos defender este projeto”, completou.
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