sexta-feira, 13 de junho de 2008

Indignação

Tem gente indignada com a bancada de deputados federais, que deveriam representar os interesses da população paranaense em Brasília. Ficaram decepcionados com os que votaram a favor da nova versão da CPMF, a CSS. São eles: Do PT, Angelo Vanhoni e Dr. Rosinha; do PTB, Alex Canziani; do PMDB, Osmar Serraglio, Moacir Micheletto, Odilio Balbinotti, Hermes Parcianello e Nelson Meurer; do PP, Ricardo Barros; do PR, Airton Roveda, Chico da Princesa e Fernando Giacobo, e do PSC, Hidekazu Takayama. A Contribuição Social para a Saúde (CSS) foi aprovada na Câmara Federal por 259 votos a favor. A matéria segue, agora, para o Senado, onde tem grande chance de ser rejeitada. É que foi exatamente no Senado que a CPMF foi derrubada em dezembro.

Toma jeito, Paraná

Os cinco estados mais ricos do País – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná – não cumprem os gastos mínimos obrigatórios em saúde previstos na Emenda Constitucional nº 29, que determina que estados invistam pelo menos 12% da arrecadação de impostos na manutenção e desenvolvimento de ações e serviços de saúde Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a atual crise na saúde deve-se ao não cumprimento da Emenda29. Para o presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), Osmar Terra, "é fácil jogar a culpa para os estados. De todo o bolo tributário arrecadado no País, os estados e os municípios ficam com apenas 38% e a União com o restante (62%). Se essa distribuição fosse equânime, seria mais fácil cumprir a Emenda Constitucional 29", afirmou.
(Documento Reservado 13/06/08)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Cabocla Tereza

Lá no alto da montanha
Numa casa bem estranha
Toda feita de sapê
Parei uma noite o cavalo
Por causa de dois estalos
Que ouvi lá dentro bater
A portar com muito jeito
Ouvi um gemido perfeito
Uma voz cheia de dor:
"Você, Teresa, descansa
Jurei de fazer vingança
Por causa do meu amor"
Pela fresta da janela
Por uma luzinha amarela
De um lampião quase apagado
Vi uma cabocla no chão
E um cabra tinha na mão
Uma arma alumiando
Virei meu cavalo a galope
Risquei de espora e chicote
Sangrei a anca do tal
Desci a montanha abaixo
E galopando aquele macho
O seu doutor fui chamar
Voltemos lá pra montanha
Naquela casinha estanha
Eu e mais o doutor
Topei um cabra assustado
Que chamando nós prum lado
A sua história contou


Há tempo eu fiz um ranchinho
Pra minha cabocla morar
Pois era ali nosso ninho
Bem longe deste lugar
No alto lá da montanha
Perto da luz do luar
Vivi um ano feliz
Sem nunca isso esperar


E muito tempo passou pensando em ser tão feliz
Mas a Teresa, doutor
Felicidade não quis
Pus meu sonho neste olhar
Paguei caro o meu amor
Por causa do outro caboclo
Meu rancho ela abandonou


Senti meu sangue ferver
Jurei a Teresa matar
O meu alazão arriel
E ela eu fui procurar
Agora já me vinguei
É esse o fim de um amor
Essa cabocla eu matei
É minha história, doutor

(João Pacífico/raul Torres)

Povo Pampeano

Eu sou um peão de estância
Nascido lá no galpão
E aprendi desde criança
A honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho
Que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim
E quando alguém perguntava
O que ele mais gostava
O velho dizia assim

Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer

E foi assim que aprendi
A gostar do que é bom
A tocar minha cordeona
Cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos
Nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou
Eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar
Do que meu velho gostou

Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer

Sai da minha fazenda
E me soltei pelo pago
Hoje tenho uma prenda
Para me fazer afago
E quando vier o piazito
Para enfeitar nosso ninho
Mais alegria vou ter
E se ele me perguntar
Do que se deve gostar

Como meu pai vou dizer
Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer

Olhai Por Nós

SENHOR,
Olhai por todos deste chão,
Pelos que têm bom coração!
SENHOR,
Olhai...Olhai SENHOR,
Olhai pelos que nascem
e também pelos que partem.
São saudade...
Vão morar noutro lugar!
Olhai por quem acorda bem mais cedo,
Vai à luta e não tem medo
de suar pelo seu pão (SENHOR olhai!).
Olhai por quem se entrega a vida inteira
Sob chuva, sol, poeira
e sempre faz uma oração! (Olhai!).
Olhai por nós! (Olhai por nós!) Olhai por nós!
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
(SENHOR olhai!)
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
SENHOR, olhai por todas as crianças,
Que carregam esperanças,
Nunca sabem dizer não!
Olhai por este ar que respiramos
E por tudo que plantamos
Nesta terra de ninguém!
Olhai por estes rios e florestas
Onde tudo é tanta festa,
Onde o céu é mais azul!
Olhai os viajantes
E também os imigrantes,
Que caminham desde o norte até o sul! (Olhai!).
Olhai por nós! (Olhai por nós!) Olhai por nós!
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
(SENHOR olhai!)
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
Olhai por nós! (Olhai por nós!) Olhai por nós!
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
(SENHOR olhai!)
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
(SENHOR olhai!)
Estenda a Tua mão e o Teu carinho,
Meu SENHOR, fique pertinho,
Vem ouvir nossa canção!
Olhai por nós! (Olhai por nós!).

(Antônio Marcos - Eunice Barbosa - Di Carlo)

terça-feira, 3 de junho de 2008

Recebi, gostei, postei

O VÔO DO RATO
Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra, mas que ainda tinha condições de voar...Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento.Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.Preocupado pensou em retornar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.Então voou cada vez mais e mais alto e notou que acabaram os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem conseguindo assim fazer uma arrojada aventura ao redor do mundo que era seu grande sonho...
MORAL DA HISTÓRIA Se alguém lhe ameaçar,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO...Se alguém lhe criticar,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO...Se alguém tentar lhe destruir por inveja e fofocas,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO...E por fim, se alguém lhe cometer alguma injustiça,
VOE CADA VEZ MAIS ALTO...Sabe por quê?
Os ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos 'ratos', não resistem às grandes alturas. Enquanto ele reclama, você cresce! Um ÓTIMO VÔO ao longo da sua vida... E que Deus esteja sempre presente...

sábado, 24 de maio de 2008

Segurança, dever do Estado

Os Vereadores de São Pedro, cobram a muito uma política de segurança para o Município, em correspondência, o Presidente da Câmara, cobra apoio no quesito segurarança, que vai do aumento do efetivo de pessaol até novo veículo. O comando assegurou que São Pedro receberá um novo veículo em breve, entretanto o aumento do efetivo está descartado uma vez que há uma demanda grande a ser suprida, segundo o comando do 19 batalhão sempre que for solicitado, haverá disponibilidade de segurança deslocado esporadicamente para ajudar o efetivo local, com intuíto de atender São Pedro. O que o cidadão deve fazer é a qualquer hora solicitar ajuda se precisar, seja do comando local ou da companhia em Toledo.

Rusch questiona política de segurança

O deputado estadual Élio Rusch (DEM) participou da Audiência Pública realizada pela Assembléia Legislativa com o secretário de Segurança Pública Luiz Fernando Delazari. O parlamentar fez uma série de ponderações sobre as políticas públicas para o setor e também constatou que o titular da pasta “está reclamando de muitas coisas, especialmente de infra-estrutura, mas a responsabilidade por isto é dele e do governador que não fizeram os necessários investimentos”.Rusch nota que “o secretário falou de falta de coletes, mas Jaime Lerner assumiu no lugar de Roberto Requião, em 1995 eram apenas 479, contra 8279 em 2002. O número de policiais também não aumentou suficientemente diante do crescimento populacional. Nos últimos 5 anos foram contratados 6000 policiais, mas o próprio secretário Delazari admite que algo como 3500 foram aposentados, 186 PMs foram cluídos, 99 policiais civis foram demitidos, além de outros 177 (civis e militares)que foram presos’.
DROGAS - Élio Rusch também considera que “o principal problema identificado pelo secretário é a influência das drogas no aumento da violência. Isto responde por mais de 50% das ocorrências. Se ele sabe isto, também tem consciência de que é necessário combater o tráfico, especialmente nas regiões de fronteira, o que no caso do Paraná implica no aumento das ações policiais entre Foz do Iguaçu e Guairá e no patrulhamento do Lago de Itaipu, tanto de parte da PM e da Polícia Civil, como da Polícia Federal”.Segundo o deputado, “se houver o patrulhamento eficiente da região a violência vai diminuir em todo o Brasil, pois muitos crimes cometidos em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e muitas outras cidades são decorrentes do tráfico de drogas. Se quisermos que a população tenha uma segurança mais efetiva temos que agir na prevenção”.O parlamentar constata ainda que “apesar das ações da Polícia Federal e das apreensões carros roubados continuam indo para fora do País pela fronteira enquanto produtos de contrabando, armas e drogas entram no Brasil pelo Lago de Itaipu entre Foz do Iguaçu e Guaíra”.
(JO On-Line 25/05/08)
São Pedro Ja vem cobrando a muito, esperamos respeito.

terça-feira, 20 de maio de 2008



Igreja Atual, construída ao lado da antiga. No início dos anos 80. Ao fundo o Pavilhão Social, local da antiga Igreja.



Segunda Igreja Edificada em São Pedro do Iguaçu, final dos anos 70. A primeira Igreja foi Danificada pelo vendaval que derrubou suas torres no início dos anos 70.



Esta é a Praça Central hoje, ao fundo, o Posto de Gasolina, Local da primeira Missa nos idos de 1960.





Esta foto retrata a primeira missa Rezada em São Pedro do Iguaçu, nos idos de 1960, atualmente neste lugar é o Posto de Gasolina próximo a Praça central.

Miss Centenário Brasil-Japão Teve Natália na final

Na noite deste sábado (17), em São Paulo, no Ibirapuera aconteceu a final da mais bonita Oriental, a paulista Karina Eiko Nakahara, de 26 anos foi eleita a Miss Centenário Brasil-Japão, o destaque ficou por conta da Primeira Princesa, Natália M Catróchio, representante do Paraná neste concurso. Filha do orgulhoso Valdecyr Catróchio Gerente do BB em São Pedro do Iguaçu.
Justiça seja feita a Natália é muito mais Linda que a vencedora, entretanto, mesmo assim, a família está contente e orgulhosa de Nátalia, que com a colocação ganhou uma viagem a Punta Del Este no Uruguay. Confira as fotos das concorrentes no endereço abaixo.
http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL473331-9980,00.html, onde você encontra um link para as fotos, Natália é a foto de número 21. PARABÉNS NATÁLIA E FAMILIA

terça-feira, 13 de maio de 2008

Sem casa

Ainda segundo Rusch, os pequenos empresários e as entidades estão sendo lesadas e, junto com eles, pedreiros, carpinteiros, serventes. “Isto é extremamente ruim, já que a finalidade da Cohapar é proporcionar habitação digna a pessoas de menos renda. E agora, graças à Companhia de Habitação do Paraná, elas não têm casa, estão endividadas e serão executadas”, observou, ao pedir urgência no repasse para os fornecedores, especialmente no caso das associações de moradores. “Afinal, a Cohapar tem que levar alento e não desespero ao setor de habitação”, completou..(DR On-line 13/05/08)
E ainda tem pessoas que queren justificar o atraso no término do conjunto habitacional, aqui de São Pedro, jogando a culpa no "coelhinho da páscoa"!

Novas denúncias

Ontem, o deputado Élio Rusch (DEM) voltou a fazer denúncias contra a Cohapar. Desta vez, ele disse que recebeu informações que a Cohapar inviabilizou muitas associações de moradores, “já que os recursos para construção de determinados conjuntos habitacionais eram vinculados à participação dessas entidades”. Rusch contou que os materiais de construção foram vendidos para as associações de moradores, que receberiam da Cohapar. “Como o recurso não foi repassado, as entidades, formadas para garantir os direitos dos cidadãos, contraíram dívidas e, agora, estão sendo executadas judicialmente por não terem como fazer frente às obrigações contraídas com fornecedores”, lamentou. (DR On-line 13/05/08)