quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Impressionante o índice de rejeição do governador Roberto Requião (PMDB) em Londrina: 87%. Antonio Belinati dispensa seu apoio, Luiz Carlos Haully quer vê-lo só com binóculos. Um segundo turno na segunda maior cidade do Paraná e a terceira de todo o Sul do País sem a presença daquele que deveria ser o maior eleitor do Estado é fato inusitado. Ponta Grossa, que também voltará às urnas, igualmente dispensa a ajuda do governador. Também não há palanque disponível nas outras cidades brasileiras que estão em campanha de segundo turno. Daí porque a viagem ao Japão e Dubai.

CRISE DA ECONOMIA

Vendo o que os governos do mundo estão colocando de dinheiro no mercado, para driblar a crise deflagrada pela quebradeira do sistema financeiro norte-americano, dá vontade de rir da bravata do presidente Lula (PT), anunciando que o Brasil tinha 200 bilhões de dólares de reservas para enfrentar o tsunami. Aliás, marolinha. Só na segunda-feira, governos dos países da zona do euro, Reino Unido e nações da Oceania e Oriente Médio, juntaram 2,4 trilhões de dólares para salvar suas economias. Isso sem falar na dinheirama jogada na fogueira pelos Estados Unidos e Japão.
Aqui no Brasil, só uma autoridade não falou besteira. Até porque não abriu a boca. Foi o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, surfou na maionese, só falou abobrinhas ao distinto público e, certamente, no ouvido do presidente Lula. E este prometeu Natal de Papai Noel gordinho e champagne à Marseillaise no Ano Novo ao “conjunto do povo brasileiro”.

Falta de respeito à sociedade. No mínimo isso. O comportamento de Eduardo Requião de Mello e Silva afronta a cidadania e, fosse outro o governador do Estado, ele seria demitido e expurgado da vida pública. O irmão Roberto o perdoou seis anos atrás, presenteando-o com a chefia da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). É público que o resto da família Requião não viu a nomeação com bons olhos, dado a fatos ocorridos em passado recente, ao término do primeiro mandato de governador de Roberto Requião, quando Eduardo ocupou a Secretaria do Meio Ambiente. Este chegou a fixar residência nos Estados Unidos, na região de Miami. Na volta, disputou a Prefeitura de Curitiba com o irmão caçula Mauricio. Perderam. A reconciliação veio no segundo mandato do primogênito, com a nomeação do analista para a Appa. Com a súmula antinepotismo, Roberto teve que tirar coelho de cartola, se expor nacionalmente, deslocando o secretário de Transportes, Rogério Tizzot, para dar o cargo a Eduardo. Agora ele faz biquinho para assumir uma pasta dividida. Fica de férias até a volta de Roberto de um périplo pelo Japão e Dubai. (DO On-Line 15/10/2008)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

AGRICULTURA E A CRISE

O setor agrícola é uma das áreas mais afetadas pela crise, já que, em pleno plantio da safra 2008/09, o crédito para os agricultores estancou. De acordo com Kaefer, isso compromete a produção e pode pressionar a inflação para o próximo ano. Em sua opinião, o Governo terá que tomar medidas enérgicas e rápidas. “A agricultura é uma área que o Governo vai ter que tomar providências urgentes. O Banco do Brasil precisará que dispor de linhas de financiamento para o crédito agrícola, principalmente agora que estamos em um período de plantio. Isso já é meio caminho para plantarmos bem e não faltarem recursos para termos uma boa safra em 2009” , concluiu.

INVESTIMENTO EM QUEDA

Ontem, o deputado estadual Elio Rusch (DEM) denunciou “a queda” dos investimentos do Governo do Estado na segurança e em muitos outros setores. “Os números não deixam dúvidas. Independente de quem fosse o governador, em 2002, os investimentos do Governo Estadual eram de R$ 763 milhões para uma receita orçamentária de R$ 6,295 bilhões. Isto equivale a 12,13% do orçamento, 78% mais do que foi investido em 2007” ., disse ao prever que “em 2007 a receita tributária do Governo paranaense foi de R$ 11,667 bilhões e só R$ 791 milhões foram investidos, o que equivale a apenas 6,78% do total arrecadado e R$ 28 milhões a mais que no último ano do governo anterior”.
Rafael Greca está levando cacetada de todos os lados. Querem seu couro, pendurá-lo na cruz, apanha mais que Judas em sábado de aleluia. E mandam que ele receba na Companhia Paranaense de Habitação (Cohapar), como diretor da empresa estadual, com salário de R$ 15, R$ 17 mil, o desempregado Doático Santos, 1.538 votos para vereador de Curitiba, único candidato apoiado publicamente pelo governador Roberto Requião. Mas não foi o próprio Requião que mandou Greca enxugar o quadro de comissionados da Cohapar? Antes, quem ocupava o cargo para o qual está indo o folclórico Doático era o sobrinho do governador, João Arruda. Um autêntico caso de nepotismo.(DR On-Line 14/10/2008)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

VERGONHA DE SER HONESTO???

"DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES, DE TANTO VER PROSPERAR A DESONRA, DE TANTO VER CRESCER A INJUSTIÇA, DE TANTO VER AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO". (RUI BARBOSA)
É hora de deixar o governador Roberto Requião em paz. O homem precisa se recompor da derrota em Curitiba e nas principais cidades do Estado, para governar o Paraná. O governo tem uma série de obras em andamento e ele certamente aproveitará este restinho de gestão para trabalhar e reconquistar as bases que o elegeram. Como enfrentará, pela frente, parada dura ao Senado, é bom começar a se coçar. Atrás vem gente. Com pressa e vontade de atropelar.
Façam as contas. O prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB) ficou na segunda colocação, no País, entre os prefeitos mais votados das capitais. Perdeu apenas para o candidato reeleito em Maceió, Cícero Almeida (PP), que obteve 81,49% dos votos. Bem. Acontece que Almeida contou com o apoio do presidente Lula e do governador do Estado, enquanto Richa teve Lula e Requião do lado contrário. Portanto, é bom avaliar.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Há um pensamento, atribuído ao filosofo grego Epicuro, que diz mais ou menos o seguinte: “Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e às tempestades”. Pois bem, neste momento da história São Pedrense, em termos dos melhores valores, estou vivendo grandes tormentas. E, em se tratando de referencias, falta-nos, os mais hábeis condutores da VERDADE para enfrentá-las. O pensamento do Filósofo não deixa de ser, entretanto, um sinal de esperança: é exatamente, nesta situação, que se definem os melhores caminhos, e que se evidenciam os grandes TIMONEIROS.
Temporal e tempestade, segundo os melhores dicionários são sinônimos. Mas, quem sabe para bem explicar a nossa situação atual, cada uma dessas expressões possa corresponder às duas questões que mais nos afligem nesta travessia atual: a mentira de que não sou candidato, imposta pelos meus adversários ou a propagação feita por falsos “companheiros” que querem se beneficiar com a MENTIRA oposicionista. Para mim, igualmente com fortes correlações. Se antes, ambas faziam parte do mesmo caderno de MENTIRAS, hoje são fofocas para impedir que eu continue meu trabalho por esta terra que tanto amo e quero bem.
De repente, parece que os nossos mais importantes valores tornaram-se letras mortas. Atiradas por uma janela qualquer, sem álibis convincentes. Meu trabalho foi banalizado, submetido a MENTIRAS – antes que não podia, eu ser candidato, e agora que meus votos não terão valor. Daí a indignação.
Eu tenho refletido muito sobre tormentas e timoneiro. De repente, quando me deparo com fatos como esses, tenho a sensação de que o barco da nossa existência, enquanto seres verdadeiramente humanos está sofrendo uma inversão de valores, pois só posso acreditar que verdadeiramente o povo está a meu favor, e querem a qualquer custa modificar esta VERDADE.
O desejo pelo poder faz com que as pessoas se percam na imensidão de um mar de desdém, de MENTIRAS, de respeito, de falta de solidariedade e amor por esta terra. Mais do que isso, muitos dos timoneiros lançaram suas embarcações num mar de promessas e MENTIRAS. Daí a DERROTA.
Mas, se nos faltar forças para domar as tormentas, estou certo de ainda há esperança de formar os melhores timoneiros que conduzirão o barco rumo a VERDADE e a sabedoria do povo, que conhece a história de cada candidato, seja da oposição ou situação. Ninguém melhor que eles, e sua sabedoria, para enfrentar a tempestade da MENTIRA e da FALSIDADE.
Estamos num momento de interesses eleitorais, espero que as pessoas de boa fé, e que conhecem a minha história, de amor por esta Terra não se deixem levar pelas mentiras pregadas, SOU CANDIDATO, LUTAREI COM TODAS AS MINHAS FORÇAS POR UM SÃO PEDRO SEMPRE MELHOR.
“BEM AVENTURADOS OS MANSOS, PORQUE ELES HERDARÃO A TERRA”.

sábado, 19 de julho de 2008

O Código Penal foi revogado?

Notícias dão conta que os advogados do ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que chegou ontem no Brasil, pedirão habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), para “que ele responda pelas acusações em liberdade”. É isso mesmo? Mas Cacciola já não havia sido condenado, em 2005, por gestão fraudulenta e peculato, a 13 anos de prisão? Para condenado cabe pedido de habeas corpus? Bom, estamos no Brasil, onde tudo é possível, inclusive prender e soltar duas vezes. Vide o caso, por pura coincidência, do também banqueiro Daniel Dantas, que ninguém sabe o que o juiz vai decidir. Mas não deveriam tomar as decisões de acordo com as leis, com o Código Penal, com a Constituição? Parece que não é bem assim. A concessão de habeas corpus, duas vezes, para Dantas contradiz levantamento do próprio STF, que negou 90,8% dos 4.089 HCs julgados.
Resta saber a quem as medidas foram negadas, certamente não foram para banqueiros e brasileiros abastados, que podem pagar advogados caros. O que mais preocupa, porém, é que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, disse que não há privilégios em sua Corte. Como não? Como explicar, então, a sua “bondade” com Daniel Dantas, acusado de tentativa de suborno a um delegado federal? Bondades, aliás, também concedidas a Cacciola que, foi transferido ainda ontem do Presídio Ary Franco, em Água Santa, no subúrbio do Rio, para a Penitenciária de Bangu 8, em Gericinó, na Zona Oeste da cidade, onde deverá permanecer numa cela sozinho. Como confiar nas nossas instituições? Como será que estão as consciências desses magistrados? Afinal, as prisões não foram construídas para todos aqueles que infringem as leis?
(DR On Line 19/07/08)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Pressa na escolha do substituto de Henrique Naigeboren no TC

Foi aberta a temporada da caça às bruxas. Ontem foi lida no plenário da Assembléia Legislativa resolução enviada pelo conselheiro Nestor Baptista, presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), comunicando a aposentadoria do conselheiro Henrique Naigeboren, abrindo vaga no órgão. A escolha do ocupante do cargo cabe a Casa, mas, por imposição do governador Roberto Requião (PMDB), o indicado pode ser o irmão Maurício Requião, secretário de Educação. E, se depender da sua vontade, não vai sobrar pedra sobre pedra, se o irmão mais novo não tiver o número de votos necessários para ocupar a vaga de Naigeboren. E fez questão de deixar isso bem claro à sua bancada de sustentação na AL, o que acabou criando constrangimento entre os deputados. Os indícios são claros da interferência de Requião no processo, já que há visível atropelo das fases da escolha. Primeiro, o presidente da Casa, Nelson Justus (DEM) deveria baixar resolução informando a abertura das inscrições dos candidatos; cinco dias depois, seria formada uma comissão especial para sabatinar os candidatos. Essa fase da resolução foi pulada e, ainda ontem, foi lido o pedido para que os partidos indiquem os representantes na comissão. A intenção, conforme pretende o governador, é que Maurício seja indicado antes do recesso parlamentar, em 16 de julho.
Porém, há quem defenda, ainda, a possibilidade de o processo, se Maurício Requião for mesmo o indicado, ser questionado na Justiça, já que há muitos pontos nebulosos, como um “parente” avaliando as contas do Governo, onde o irmão é o governador. Haveria imparcialidade? No plenário, bem poucos deputados se aventuram a comentar o fato. “Vou pensar” ou “Ainda não sei” era o que mais se ouvia ontem.
(DR On-Line 26/06/2008)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Deputado Élio Rusch (DEM) está injuriado. Motivo: o Governo Requião não tem nenhum interesse em esclarecer as denúncias sobre a ParanáPrevidência, tanto que a banda governista na Assembléia Legislativa rejeitou, esta semana, por 19 votos a 16 a criação de uma Comissão Especial de Investigação (CEI). O líder do Governo, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), disse que as informações que a Oposição quer podem ser solicitadas através de pedidos de informação. Então tá! (DR On-line 19/06/08)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

NOMES

O Partido Progressista quer aumentar – e muito – o número de prefeitos na região Oeste e, para isso, preparou uma lista com fortes pré-candidatos em muitas cidades. Inês Gomes (Diamante do Oeste), Francisco da Silva (Jesuítas), Moacir Hansen (Medianeira), Rodrigo da Silva (Nova Santa Rosa), Salésio Lamger (Quatro Pontes), Luiz Ernesto Giacometti (Palotina), Manoel Kuba (Guaíra) e Pedrinho Benedetti (Santa Terezinha de Itaipu).
Isso sem falar, por exemplo, nos que vão buscar a reeleição, como Cleunice Alves (Ouro Verde do Oeste) e, claro, José Carlos Schiavinato (Toledo).
O Interessante é que na lista acima nem um nome do PP é citado para o município de São Pedro do Iguaçu, e um dos pré candidatos, é o Vereador Jovino, que já garantiu que de Vereador não sai mais, e Jovino quando fala não costuma voltar atráz. Logo é esperar pra ver.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Veja quem votou contra a CSS na Câmara

Veja abaixo quem são os parlamentares Paranaenses, por partido, que votaram contra o novo tributo, que agora volta ao Senado e deve encontrar resistência.
DEM: Abelardo Lupion, Eduardo Sciarra, Luciano Pizzatto, Luiz Carlos Setim. PDT: Barbosa Neto. PMDB: Max Rosenmann. PP: Dilceu Sperafico. PPS: Cezar Silvestri. PSDB: Affonso Camargo, Alfredo Kaefer, Gustavo Fruet.