segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Preocupação


“Nós temos que pensar na governabilidade dos futuros Governos em relação à ParanaPrevidencia. Enquanto administrador, não se pode pensar na próxima eleição, mas na próxima geração.” O alerta é do líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Élio Rusch (DEM), que tem acompanhado de perto as contas da ParanaPrevidencia (fundo previdenciário dos servidores estaduais) e se diz preocupado com o resultado desta análise. “O que já deu para constatar é que existe um déficit projetado no fundo previdenciário que chega a R$ 406 milhões e que poderá comprometer as contas da ParanaPrevidencia”, afirmou. Segundo o deputado, a projeção desse déficit tem aumentado ano a ano.
“Entre dezembro de 2007 e julho de 2009 aumentou 309%. Nessa progressão, o fundo será gradativamente dilapidado”, advertiu Rusch. Em 2007, o furo  foi de R$ 131 milhões; em 2008 chegou a R$ 245 milhões e até julho deste ano, R$ 406 milhões. De acordo com o parlamentar, a ParanaPrevidencia foi criada para salvaguardar o direito dos funcionários que estão na ativa. “Mas, esse Governo não tem se preocupado com a capitalização da ParanaPrevidencia. Somente a dívida com as parcelas referente ao aporte que o Governo deveria fazer chega a R$ 1,8 bilhão”, disse, explicando que essa dívida corresponde ao aporte atuarial, de responsabilidade do Governo, ao fundo de previdência que foi dividido em 276 parcelas mensais, que deveriam ser pagas a partir de maio de 2005.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009


De abril a outubro, registrou-se aumento de 330% nos gastos do Governo Federal com os polêmicos cartões corporativos. De lá para cá, os valores pularam de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões. Segundo o colunista Giba Um só a Presidência da República torrou perto de R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são considerados sigilosos e enquadrados no rótulo de segurança nacional. Supostamente, até gastos pessoais da primeira-dama Marisa Letícia, feitos por meio do cartão de uma de suas assessoras, estão enquadrados nesse total. No bloco do Ministério da Justiça, a Polícia Federal já gastou, até agora, R$ 10,2 milhões em diversas operações. Os gastos do Governo com cartões, para quem gosta de comparações, correspondem a mais da metade da verba utilizada pelo Ministério dos Esportes neste ano.

sábado, 24 de outubro de 2009

Bancada Dividida

Osmar Dias, André Zacharow e Ratinho Júnior aderiram à CPI depois da sua aprovação.
Com isso, subiu para metade mais um o apoio da bancada paranaense à investigação.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Congresso aprova requerimento criando CPMI para investigar MST

COMO SE POSICIONOU A BANCADA DO PARANÁ ASSINARAM A CPMI

SENADOR
Alvaro Dias (PSDB)
DEPUTADOS
Abelardo Lupion (DEM)
Alceni Guerra (DEM)
Eduardo Sciarra (DEM)
Luiz Carlos Setim (DEM)
Moacir Micheletto (PMDB)
Osmar Serraglio (PMDB)
Dilceu Sperafico (PP)
Cezar Silvestri (PPS)
Takayama (PSC)
Affonso Camargo (PSDB)
Alfredo Kaefer (PSDB)
Gustavo Fruet (PSDB)
Luiz Carlos Hauly (PSDB)

NÃO ASSINARAM
SENADORES
Osmar Dias (PDT)
Flávio Arns (PSDB)
DEPUTADOS
Airton Roveda (PR)
Alex Canziani (PTB)
André Vargas (PT)
André Zacharow (PMDB)
Ângelo Vanhoni (PT)
Assis do Couto (PT)
Chico da Princesa (PR)
Dr. Rosinha (PT)
Fernando Giacobo (PR)
Hermes Parcianello (PMDB)
Marcelo Almeida (PMDB)
Nelson Meurer (PMDB)
Odílio Balbinotti (PMDB)
Ratinho Júnior (PR)
Ricardo Barros (PP)
Rodrigo da Rocha Loures (PMDB)
Wilson Picler (PDT)

As dez bolsas mais caras do mundo


10ª - Nancy Gonzalez Prousus, feita de couro de animais exóticos. Valor: R$ 65.000,00;
9ª - Fendi Selleria, feita de couros de chinchila e zibelina. Valor: R$ 80.256,00;
8ª - Gadino Handbag de Hilde Palladino, com detalhes em couro e 39 diamantes.
Valor: R$ 81.249,00;
7ª - Louis Vuitton Tribute Patchwork Bag, feita de partes dos 15 melhores modelos dessa marca. Valor: R$ 88.704,00;
6ª - Leiber Precious Rose Handbag, a única do mundo feita a mão com 1.016 diamantes, 1.169 safiras e 800 turbalinas. Valor: R$ 194.304,00;
5ª - Lana J. Marks Cleopatra Bag, usada por Angelina Jolie na entrega do Oscar 2009. Valor: R$ 211.200,00;
4ª - Hermès Matte Crocodile Birking Bag, bolsa de 30 cm feita com couro de crocodilo e 10 quilates de diamantes. Valor: R$ 253.440,00;
3ª - The Urban Satchel Louis Vuitton Bag, um luxo com produção limitada a duas dúzias. Valor: $ 316.780,00;
2ª - The Chanel Diamond Forever Classic Bag, da Chanel, feita em ouro branco e 334 diamantes. Valor: R$ 551.232,00;
1ª - Bolsa Família, feita com o mais legítimo couro da classe média brasileira. Valor: R$ 11.000.000.000,00 (11 bilhões de reais).  (O Paraná 22/10/09)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Ouvidoria do TCE realizou mais de dois mil atendimentos


Criada em 2006, a Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE) é o canal de comunicação direto do cidadão com o órgão. Qualquer pessoa pode acionar a ouvidoria para comunicar irregularidades na administração pública e também fazer críticas e sugestões para melhorar o sistema de controle externo. O prazo médio para solução dos atendimentos é de 30 dias. Desde sua criação foram 2.310 atendimentos diretos aos cidadãos paranaenses, que procuraram o órgão para criticar, sugerir, elogiar ou comunicar irregularidades praticadas por gestores públicos de todo o Estado. Para o ouvidor e corregedor-geral do TCE, conselheiro Caio Márcio Nogueira Soares, o setor proporcionou maior interação do cidadão com o Tribunal. “A Ouvidoria contribui para a transparência e o comprometimento do órgão junto às expectativas e interesses da população, na formação do cidadão, no controle social, na participação e na interação das pessoas com o TCE. Ao mesmo tempo em que valoriza o cidadão, a Ouvidoria contribui para o aprimoramento do serviço público, auxiliando o agente político na sua função de agir dentro da legalidade”, comenta. Informações 0800-6450645.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Requião chama secretários de “ignorantes” e deputados de “idiotas”

Além de disparar contra a “imprensa canalha”, o governador Roberto Requião (PMDB), destilou críticas também contra a sua equipe de secretários, durante mais uma edição semanal da “Escola de Governo”. O motivo foi a ausência de membros do governo a um festival de cinema que aconteceu na semana passada. Para ele, a ausência foi uma demonstração de ignorância. Depois disso, a secretária estadual de Educação, Yvelise Arcoverde, apresentou um balanço das atividades desenvolvidas nos últimos sete anos e disse que, até agora, foram gastos, R$ 750 milhões em reformas de escolas. A exposição da secretária incluiu uma avaliação do papel das famosas “TVs laranja”, ao informar que outros estados estão imitando o Paraná e comprando equipamentos similares. Antes que a participação de Yvelise terminasse, o governador voltou a utilizar o microfone. Desta vez para falar sobre o repasse de recursos estaduais para entidades filantrópicas. E disparou mais uma vez, comentando que os deputados queriam barrar o repasse desses recursos, com o apoio da imprensa. Depois, de modo geral, criticou a Assembleia Legislativa e chamou alguns deputados de “idiotas”, por serem contra estes repasses. (DR On-Line 14/10/09)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009


Em política se movimenta muito e fala bastante, todos os órgãos de imprensa e divulgação, trazem diariamente informações sobre este dinâmico processo. Mas, para a sucessão estadual, definições, de verdade, só mesmo a partir de fevereiro, mais precisamente após o carnaval. Até lá, todos marcam presença, delimitam e procuram ampliar seus territórios.
O deputado Élio Rusch (DEM) ainda acredita na possibilidade de ver Osmar, Alvaro Dias e Beto Richa em um mesmo palanque. “Espero que haja este entendimento, até porque ainda não é hora de ninguém bater o martelo”, afirmou. Para Rusch, o PT no Paraná não tem nomes para a disputa “e por isso procura dividir os grupos para impor as candidaturas que lhe parecem mais adequadas, até porque todo este processo passa pelo crivo dos diretórios nacionais”.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

PMDB à deriva

O PMDB corre o risco de, novamente, sair de chapa pura nas eleições do ano que vem. O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) disse que “estamos conversando” com outros partidos para a viabilidade de uma aliança. “Mas, a prioridade é a candidatura própria, que tem o nome de Orlando Pessuti (vice-governador)”, disse. Mas, de outro lado, “se não houvesse a candidatura de Pessuti”, o PMDB não descartaria uma coligação com o PSDB. É que surgiram comentários que o deputado Alexandre Curi poderia ser convidado a integrar a chapa de Beto Richa, como vice-governador. A ideia, pelo visto, não é assim tão ruim para alguns peemedebistas, mas que ainda priorizam a candidatura de Orlando Pessuti para substituir o governador Roberto Requião.

Osmar e PT

Em seu discurso na audiência pública sobre o pré-sal, o senador Osmar Dias (PDT) se comportou como um perfeito aliado petista. Pelo jeito, ele abandonou as esperanças de manter a grande aliança entre o PDT, PSDB, DEM, PPS para as eleições do ano que vem. Ele disse que não quer falar sobre o “divórcio”, mas garante que “é bom” contar com o apoio do presidente Lula, “uma pessoa que tem a simpatia do povo brasileiro, porque realiza um governo voltado para questões sociais”.

Racha à vista

A vinda de Lula na quinta, acompanhado de Osmar, e o encontro do PSDB de sábado, são fatos que praticamente selaram a ruptura da coligação que apoiou o senador pedetista ao governo do Paraná em 2006 e a reeleição de Beto Richa à Prefeitura de Curitiba, em 2008.
A presença de Osmar juntamente com Paulo Bernardo e a cúpula do PT no encontro político do pré-sal, somada ao lançamento de candidatos pelo PSDB, sinaliza para a separação definitiva. No encontro dos tucanos, embora a presença de Alvaro Dias, praticamente se consolidou a candidatura de Beto Richa.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Beto X Osmar

Em entrevista à rádio BandNews, o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB) admitiu, pela primeira vez, que deverá mesmo ser adversário do senador Osmar Dias (PDT) nas eleições de 2010 para o Governo do Estado. Embora afirme que vai continuar conversando para manter o PDT na aliança, o tucano acredita que a composição será difícil. “Se não for possível (a manutenção da aliança), o Paraná sairá ganhando da mesma forma, porque poderemos travar com o Osmar um bom debate, debate de boas propostas. É o meu estilo e conheço o estilo do Osmar, de campanha propositiva, sem ataques rasteiros, limpa, sem agressões. Porque isso não interessa ao paranaense que quer saber o que o candidato propõe para o Estado”, prevê Richa.
Por sua vez, Osmar Dias, em entrevista ao jornal O Estado do Paraná, preferiu não comentar as declarações de Beto Richa, e afirmou que considera sua candidatura irreversível. Disse apenas que, “se ele já está prevendo como será o debate, é porque já decidiu que é candidato”. E, pela agenda do pedetista, a sua caminhada será amparada pelo PT.

LULA & OSMAR

A sucessão estadual, que só ocorre em outubro do ano que vem, voltou a dominar a cena política paranaense, em especial na capital. Para não precisar dizer não uma vez mais ao presidente Lula, que insiste em tê-lo no mesmo palanque do senador Osmar Dias (PDT), o governador Roberto Requião (PMDB) arrumou uma providencial viagem ao interior. O presidente veio ontem prestigiar a posse do novo presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT 9). Lula continua apostando que Osmar é o candidato que pode oferecer um palanque mais forte à ministra Dilma Rousseff e ignora a pré-candidatura do peemedebista Orlando Pessuti. Assim como ignora, também, a tese da candidatura própria do PT, defendida pela maioria da bancada do partido na Assembleia Legislativa.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

È difícil acreditar que o PDT de Osmar no Paraná “se abrace” com o PT, se a aliança que quase deu o governo a Osmar e uma bela vitória a Beto, realmente não se confirmar. “O PDT vai se abraçar com o inimigo? Veja, o Lula veio ao Paraná pedir voto pro Requião. Será que os pedetistas esqueceram disso? O senador Osmar Dias perdeu a eleição apertada e quem ajudou a derrota de Osmar foi o presidente Lula. Além do mais, como defensor do agronegócio, será que o senador pedetista não vê que o produtor rural passa por sua maior crise? Será que ele concorda com o que o Lula está fazendo com os agricultores?