Parece piada, mas não é, em período pré-eleitoral a gente vê de tudo. Até vaca voar: os beneficiários do Bolsa Família podem ganhar um novo e interessante presentinho pago com o dinheiro do contribuinte. O ministro das comunicações Hélio Costa, que será candidato ao Governo de Minas Gerais, pelo PMDB, propôs e o presidente Lula deve aceitar a ideia do governo dar a cada uma dessas famílias também um aparelho de telefone celular. Pelo projeto, seriam distribuídos 11 milhões de celulares pré-pagos com um bônus mensal de R$ 7 cada. A idéia foi criada por uma grande operadora de celular. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse estranhar a discussão de uma bolsa celular às vésperas das eleições presidenciais. Como diria aquele famoso apresentador de tele jornal "isso é uma vergonha".
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Requião acusa o PT de tentar vaga para Gleisi no Senado
Em entrevista à revista Carta Capital, o governador Roberto Requião (PMDB) disse pela primeira vez o que vinha evitando. Acusou o PT do Paraná de forçar uma coligação com o senador Osmar Dias (PDT) para o governo não para ajudar a candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência da República, mas para viabilizar a candidatura de Gleisi Hoffmann ao Senado. “É um acerto que só tem um objetivo aqui, abrir uma vaga para o senado a um nome do PT”, disse.
Rombo nas contas
Há três anos, o deputado Reni Pereira (PSB) denunciou a ‘maquiagem’ nas contas de 2006 do Governo do Paraná, onde tentaram esconder o rombo de R$ 280 milhões. O Tribunal de Contas do Paraná (TCE) aprovou com ressalvas, dando prazo para ajuste dos problemas. Pois bem. O exercício de 2006 já está em análise na Assembleia Legislativa, na Comissão de Tomada de Contas. O relator das contas do Governo, na Comissão, é o próprio Reni, que identificou os mesmos erros. Ou seja, nada foi feito para cobrir o rombo. Resultado: Pereira não vai perdoar e promete ser “‘duro” com o governador. (DR-Online 10/11/09)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Richa percorre interior e defende união das oposições
Quem também tem feito peregrinação pelo interior do Estado nos finais de semana é o prefeito Beto Richa (PSDB). Tanto Richa quanto Osmar desejam que a aliança firmada pelas oposições em 2006 seja mantida. Mas, por enquanto, ambos seguem em caminhos opostos. Em evento suprapartidário, neste final de semana, em Campo Mourão, Richa voltou a defender esta união. Diante de um público de 600 pessoas, ele lembrou que o grupo deve se manter unido para definir uma única candidatura no próximo ano. “Continuo defendendo a tese de união, porque estamos com diálogo aberto com outras siglas partidárias. Coloquei meu nome à disposição entendendo que existe uma lacuna para uma candidatura que represente a renovação política no Paraná”, disse Richa, ao acrescentar que caso essa união não seja possível, ainda assim a população sairá ganhando pelas opções de escolha que serão apresentadas. O deputado Douglas Fabrício (PPS), que coordenou o encontro juntamente com dirigentes do PSDB e DEM, reforçou o que já havia dito em reunião com Osmar Dias em Campo Mourão e em outras reuniões com Beto Richa em Ivaiporã e Cianorte. “Nosso trabalho é para que o Beto Richa, o senador Osmar Dias e o Álvaro Dias estejam juntos no mesmo palanque com um candidato só. E quem decide esse candidato é a população, primeiro pelas pesquisas e depois confirmando nas urnas. Essa aliança deve ser trabalhada entre os partidos aliados para que, no próximo ano, tenhamos uma candidatura forte, capaz de vencer a eleiçãoainda no primeiro turno”, disse.Osmar Dias segue com o Projeto Paraná
O senador Osmar Dias (PDT) segue firme em sua peregrinação pelo Estado colhendo informações para a elaboração do Projeto Paraná. Neste final de semana, em Ponta Grossa, lideranças de diversos partidos se reuniram para discutir o projeto que será a base do plano de governo a ser apresentado em 2010. PDT, PR, DEM, PT, PTB, PSC e PSDB, entre outras legendas, estiveram representadas no encontro no qual foram tratados projetos para a região dos Campos Gerais e que reuniu presidentes de partidos, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e representantes de toda a sociedade organizada. “Tenho a responsabilidade de defender um projeto de desenvolvimento. Estou debatendo com a população para ter a melhor proposta e poder fazer o melhor governo com respeito às vocações e ao potencial regional”, afirmou Dias. “Um projeto para o Paraná tem que ser feito pelos paranaenses. É com eles, e respeitando a sabedoria popular, que vamos defender este projeto”, completou.
O PT do Paraná ainda não sabe que rumo seguir em 2010, mas postulantes ao cargo de candidato da legenda à sucessão de Roberto Requião (PMDB) não faltam. Na semana passada, foi colocado à disposição o nome da secretária estadual da Ciência e Tecnologia, Lygia Pupatto. “Há alguns meses sou um apoiador da pré-candidatura da Lygia, que é a grande novidade no cenário da sucessão estadual”, comentou o deputado federal Dr. Rosinha. “Ela já demonstrou ter grande capacidade administrativa e seria muito estimulante para a militância do PT fazer campanha para três mulheres: Dilma para presidente, Lygia governadora e Gleisi senadora”, cita.
Preocupação
“Nós temos que pensar na governabilidade dos futuros Governos em relação à ParanaPrevidencia. Enquanto administrador, não se pode pensar na próxima eleição, mas na próxima geração.” O alerta é do líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Élio Rusch (DEM), que tem acompanhado de perto as contas da ParanaPrevidencia (fundo previdenciário dos servidores estaduais) e se diz preocupado com o resultado desta análise. “O que já deu para constatar é que existe um déficit projetado no fundo previdenciário que chega a R$ 406 milhões e que poderá comprometer as contas da ParanaPrevidencia”, afirmou. Segundo o deputado, a projeção desse déficit tem aumentado ano a ano.
“Entre dezembro de 2007 e julho de 2009 aumentou 309%. Nessa progressão, o fundo será gradativamente dilapidado”, advertiu Rusch. Em 2007, o furo foi de R$ 131 milhões; em 2008 chegou a R$ 245 milhões e até julho deste ano, R$ 406 milhões. De acordo com o parlamentar, a ParanaPrevidencia foi criada para salvaguardar o direito dos funcionários que estão na ativa. “Mas, esse Governo não tem se preocupado com a capitalização da ParanaPrevidencia. Somente a dívida com as parcelas referente ao aporte que o Governo deveria fazer chega a R$ 1,8 bilhão”, disse, explicando que essa dívida corresponde ao aporte atuarial, de responsabilidade do Governo, ao fundo de previdência que foi dividido em 276 parcelas mensais, que deveriam ser pagas a partir de maio de 2005.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
De abril a outubro, registrou-se aumento de 330% nos gastos do Governo Federal com os polêmicos cartões corporativos. De lá para cá, os valores pularam de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões. Segundo o colunista Giba Um só a Presidência da República torrou perto de R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são considerados sigilosos e enquadrados no rótulo de segurança nacional. Supostamente, até gastos pessoais da primeira-dama Marisa Letícia, feitos por meio do cartão de uma de suas assessoras, estão enquadrados nesse total. No bloco do Ministério da Justiça, a Polícia Federal já gastou, até agora, R$ 10,2 milhões em diversas operações. Os gastos do Governo com cartões, para quem gosta de comparações, correspondem a mais da metade da verba utilizada pelo Ministério dos Esportes neste ano.
sábado, 24 de outubro de 2009
Bancada Dividida
Osmar Dias, André Zacharow e Ratinho Júnior aderiram à CPI depois da sua aprovação.
Com isso, subiu para metade mais um o apoio da bancada paranaense à investigação.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Congresso aprova requerimento criando CPMI para investigar MST
COMO SE POSICIONOU A BANCADA DO PARANÁ ASSINARAM A CPMI
SENADOR
Alvaro Dias (PSDB)
DEPUTADOS
Abelardo Lupion (DEM)
Alceni Guerra (DEM)
Eduardo Sciarra (DEM)
Luiz Carlos Setim (DEM)
Moacir Micheletto (PMDB)
Osmar Serraglio (PMDB)
Dilceu Sperafico (PP)
Cezar Silvestri (PPS)
Takayama (PSC)
Affonso Camargo (PSDB)
Alfredo Kaefer (PSDB)
Gustavo Fruet (PSDB)
Luiz Carlos Hauly (PSDB)
NÃO ASSINARAM
SENADORES
Osmar Dias (PDT)
Flávio Arns (PSDB)
DEPUTADOS
Airton Roveda (PR)
Alex Canziani (PTB)
André Vargas (PT)
André Zacharow (PMDB)
Ângelo Vanhoni (PT)
Assis do Couto (PT)
Chico da Princesa (PR)
Dr. Rosinha (PT)
Fernando Giacobo (PR)
Hermes Parcianello (PMDB)
Marcelo Almeida (PMDB)
Nelson Meurer (PMDB)
Odílio Balbinotti (PMDB)
Ratinho Júnior (PR)
Ricardo Barros (PP)
Rodrigo da Rocha Loures (PMDB)
Wilson Picler (PDT)
As dez bolsas mais caras do mundo
10ª - Nancy Gonzalez Prousus, feita de couro de animais exóticos. Valor: R$ 65.000,00;
9ª - Fendi Selleria, feita de couros de chinchila e zibelina. Valor: R$ 80.256,00;
8ª - Gadino Handbag de Hilde Palladino, com detalhes em couro e 39 diamantes.
Valor: R$ 81.249,00;
7ª - Louis Vuitton Tribute Patchwork Bag, feita de partes dos 15 melhores modelos dessa marca. Valor: R$ 88.704,00;
6ª - Leiber Precious Rose Handbag, a única do mundo feita a mão com 1.016 diamantes, 1.169 safiras e 800 turbalinas. Valor: R$ 194.304,00;
5ª - Lana J. Marks Cleopatra Bag, usada por Angelina Jolie na entrega do Oscar 2009. Valor: R$ 211.200,00;
4ª - Hermès Matte Crocodile Birking Bag, bolsa de 30 cm feita com couro de crocodilo e 10 quilates de diamantes. Valor: R$ 253.440,00;
3ª - The Urban Satchel Louis Vuitton Bag, um luxo com produção limitada a duas dúzias. Valor: $ 316.780,00;
2ª - The Chanel Diamond Forever Classic Bag, da Chanel, feita em ouro branco e 334 diamantes. Valor: R$ 551.232,00;
1ª - Bolsa Família, feita com o mais legítimo couro da classe média brasileira. Valor: R$ 11.000.000.000,00 (11 bilhões de reais). (O Paraná 22/10/09)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Ouvidoria do TCE realizou mais de dois mil atendimentos
Criada em 2006, a Ouvidoria do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE) é o canal de comunicação direto do cidadão com o órgão. Qualquer pessoa pode acionar a ouvidoria para comunicar irregularidades na administração pública e também fazer críticas e sugestões para melhorar o sistema de controle externo. O prazo médio para solução dos atendimentos é de 30 dias. Desde sua criação foram 2.310 atendimentos diretos aos cidadãos paranaenses, que procuraram o órgão para criticar, sugerir, elogiar ou comunicar irregularidades praticadas por gestores públicos de todo o Estado. Para o ouvidor e corregedor-geral do TCE, conselheiro Caio Márcio Nogueira Soares, o setor proporcionou maior interação do cidadão com o Tribunal. “A Ouvidoria contribui para a transparência e o comprometimento do órgão junto às expectativas e interesses da população, na formação do cidadão, no controle social, na participação e na interação das pessoas com o TCE. Ao mesmo tempo em que valoriza o cidadão, a Ouvidoria contribui para o aprimoramento do serviço público, auxiliando o agente político na sua função de agir dentro da legalidade”, comenta. Informações 0800-6450645.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Requião chama secretários de “ignorantes” e deputados de “idiotas”
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Em política se movimenta muito e fala bastante, todos os órgãos de imprensa e divulgação, trazem diariamente informações sobre este dinâmico processo. Mas, para a sucessão estadual, definições, de verdade, só mesmo a partir de fevereiro, mais precisamente após o carnaval. Até lá, todos marcam presença, delimitam e procuram ampliar seus territórios.
O deputado Élio Rusch (DEM) ainda acredita na possibilidade de ver Osmar, Alvaro Dias e Beto Richa em um mesmo palanque. “Espero que haja este entendimento, até porque ainda não é hora de ninguém bater o martelo”, afirmou. Para Rusch, o PT no Paraná não tem nomes para a disputa “e por isso procura dividir os grupos para impor as candidaturas que lhe parecem mais adequadas, até porque todo este processo passa pelo crivo dos diretórios nacionais”.
O deputado Élio Rusch (DEM) ainda acredita na possibilidade de ver Osmar, Alvaro Dias e Beto Richa em um mesmo palanque. “Espero que haja este entendimento, até porque ainda não é hora de ninguém bater o martelo”, afirmou. Para Rusch, o PT no Paraná não tem nomes para a disputa “e por isso procura dividir os grupos para impor as candidaturas que lhe parecem mais adequadas, até porque todo este processo passa pelo crivo dos diretórios nacionais”.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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