sexta-feira, 9 de julho de 2010

Revelação

A Folha de São Paulo divulgou ontem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu a Orlando Pessuti o cargo de ministro da Copa do Mundo para que ele desistisse de disputar o governo. A coluna já divulgou a informação há muito tempo, alertando para o risco de Dilma Rousseff não ganhar a eleição e Pessuti ficar lambendo os dedos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cuba aceita libertar presos políticos

A Igreja Católica de Cuba informou nesta quarta (7)  que o regime comunista da ilha aceitou libertar pelo menos 47 presos políticos nos próximos quatro meses. O anuncio foi feito após uma reunião entre o presidente cubano Raúl Castro, e o cardeal Jaime Ortega, arcebispo de Havana. Participou ainda do encontro o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Miguel Angel Moratinos, que foi à ilha para ajudar nas negociações. Os presos fazem parte do grupo de 75 dissidentes presos em março de 2003, após desafiar o regime comunista. Entre eles estão líderes comunitários e jornalistas.

É Pura ditadura

Na foto, o dissidente cubano Guillermo Fariñas, que está em greve de fome.
A greve é para tentar sensibilizar o governo de Castro a libertar presos políticos, que não concordam com os rumos do regime anti-democrático implantado em Cuba a mais de 50 anos. Há alguns meses outro cubano morreu em greve de fome sem conseguir sensibilizar o governo.

Inversão de valores

Enquanto a segurança pública carece de investimentos, o governo Lula já “emprestou” R$ 10 bilhões de dólares para o Fundo Monetário Internacional. Além disso, as benesses com amigos como Hugo Chávez irão custar ao Brasil, até o ano 2020, mais de R$ 20 bilhões.
Com uma população entorpecida pelas esmolas oficiais, um Congresso cuja maioria se beneficia de mensalões e favores oficiais e grande imprensa manietada pela publicidade pública, há poucos indícios de que a situação possa mudar.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Pé Frio

O humor na web colocou o pé frio Mick Jagger na coletiva de Osmar Dias

Osmar Dias prefere o tom paz e amor e evita criticar candidatos Requião e Beto Richa, até para não perder mais

Ontem, em entrevista à Rádio BandNews, o senador Osmar Dias (PDT), candidato ao Governo do Estado, mesmo provocado pela radialista adotou um discurso paz e amor. Provocado com perguntas sobre a incoerência política de ter se aliado ao PT e ao PMDB do até então rival Roberto Requião, Osmar respondeu com tranquilidade, sem mostrar irritação. Disse que se alia a partidos e não a pessoas e que não há incoerência na formação do bloco. Assegurou que não se sente traído por Beto Richa (PSDB), pelo fracasso da aliança formada em 2006, entre PDT e PSDB. Não perdeu tempo e elogiou políticas do Governo Lula, mas ressaltou que não vai mudar seu estilo, em especial nas questões que envolvem a terra e o MST, por estar aliado ao PT. Quanto a Requião preferiu não fazer avaliações, nem sobre ele, nem sobre seu Governo. “Ele foi eleito várias vezes, quem tem que avaliá-lo é o povo, não eu”, disse o pedetista.

REQUIÃO "DESBOCADO" X RUBENS "LIMPINHO"

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Briga de Requião e Rubens Bueno virol cordel

No precário aeroporto
da bela Campo Mourão
Dois políticos de renome
se encontraram no saguão
De um lado Rubens Bueno
E do outro, Requião


Como todos já conhecem
Requião chegou irritado
Por não ver no aeroporto
Nenhum político aliado
Ficou pronunciando ofensas
Visivelmente exaltado


Mesmo assim o cara de pau
Resolveu cumprimentar
Estendendo a mão ao Rubens
Com ironia ao falar
Só que o ex-prefeito
Não se deixou humilhar


“Não cumprimento canalha”,
disse Bueno, se afastando
mas Requião, como sempre
continuou lhe xingando
quando então o ex-prefeito
deu-lhe um soco nada brando


Pena que essa cena rara
Ninguém conseguiu filmar
Mas pela repercussão
Muitos estão a comemorar
Porque para se ter respeito
Primeiro tem que respeitar


Autor: anônimo

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"O que Dizer MARRONZINHO?"

Pé FRIO

O que a gana pelo poder não é capaz de fazer

Osmar Dias, ladeado por Rocha Loures e Requião (à esq.) e Gleisi Hoffman e Waldyr Pugliesi (direita)
Diz uma frase célebre que a política é a arte de engolir sapos. O senador Osmar Dias precisou de muito estômago para deglutir os vários batráquios a ele impostos na formação
da atual chapa para disputa do governo. Terá que pedir votos para o ex-governador Roberto Requião, que desde a eleição de 2006 passou a considerar o senador um inimigo e não um aliado. Também precisou engolir a seco os impropérios do PT, que em certo momento chegou a considerá- lo uma “tchucthuca”. Mas ontem estavam todos juntos, aliados. Se assim permanecerão até o fim da eleição, o tempo dirá. O deputado federal Rodrigo da Rocha Loures, vice escolhido para Osmar Dias pelo governador Orlando Pessuti, não teve voz ontem na entrevista coletiva. Falaram Gleisi Hoffman, Requião e nada de Rocha Loures.